A derrota dos rinocerontes

A minha educação na Escola Alemã de Lisboa dos anos 80/90 fez com que tivesse lido a maior parte dos clássicos sobre os tempos do nazismo. Uns por obrigação curricular, outros por irresistível impulso. Uma das coisas que sempre me impressionou foi o tema da cumplicidade passiva dos cidadãos. Afinal, como foi possível que os alemães comuns primeiro aderissem à causa sem perceber o que vinha aí (basta lembrar que o partido nazista ganhou as eleições de 1933 e Hitler conseguiu ser nomeado chanceler), e depois desviassem o olhar da barbárie?
Leia mais (11/08/2026 – 17h00)

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