Para alcançar o estatuto de “golpista”, a carta do exílio de Flávio Bolsonaro precisaria chegar à idade adulta, escapando ao pântano da comicidade grotesca. Quando, em duas ou três das quatro versões do texto delirante divulgado na Flórida, Flávio qualifica-se como “presidente eleito” e compara-se a José Martí, Rui Barbosa e De Gaulle, a direita democrática brasileira fica sem alternativa senão tomar um banho de realidade.
Leia mais (10/30/2026 – 15h25)
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